[crítica] Inquietos

Gus Van Sant tem uma carreira de memóraveis experiências no cinema, desde que viElefante nunca mais achei um filme tão interessante no quesito edição no modo como ele conta bem uma história, mesmo que seja uma tragédia, anteriormente tinha se destacado por seu trabalho em Gênio Indomável, onde consegue trazer o melhor da dupla Matt Damon e Ben Affleck.

Entre outros filmes dirigidos pelo diretor, Psicose (1998) refilmagem atualizada do Clássico, Last Days (2005) sobre os últimos dias de Kurt Cobain, Paranoid Park(2007) outro relato intenso sobre um adolescente meio sem rumo e o mais recente e premiado Milk.

Nesse novo filme, ele conta a história do casal nada convencional e fofo, Annabel (a talentosa Mia Wasikowska que vem mostrando bem seu talento após o desastre emAlice no país das Maravilhas) uma garota com câncer em estágio terminal e Enoch(Henry Hopper – filho do Dennis Hopper estreando muito bem nesse filme) que perdeu a vontade de viver desde que seus pais morreram em um trágico acidente, e que conversa com um amigo imaginário – um kamikaze.

Os dois se encontram em um funeral, descobrem ter muitos pontos em comum, criando um laço de amizade e amor. Filme traz toda atmosfera de dor, com algo sutil e chega em alguns momentos a ser magistral na delicadeza com que o diretor trata de assuntos nada cotidianos e os leva tão bem pra tela grande.

publicado em 06/12/2011

http://saladadecinema.com.br/2011/12/06/inquietos-critica/

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