Digital Age 2.0 – Day One

digitalage(1)

Ontem a tarde recebi a confirmação do Digital Age 2.0 – e consegui liberação da minha chefe (hoje em cima da hora) para dar uma passada hoje e amanhã no período da tarde!

Cheguei por volta das 14h30 no Hotel Sheraton, e peguei a palestra de Mauro Segura da IBM no comecinho… falando sobre:

digital

Corporação 2.0: sinal aberto para as redes sociais – Mauro Segura

Mauro é o diretor responsável pela área de marketing e considera essencial a liberação das mídias sociais no dia a dia, e trabalha com projetos ligados na IBM – como o investimento que a empresa fez para as dez melhores idéias dentro do âmbito social, e Mauro trouxe ainda um panorama muito real dentro da IBM dos projetos e estatísticas onde as empresas devem investir em mídias sociais sejam eles blogs, wikis ou qualquer outro tipo! e dados super interessantes e significativos para os executivos caretas de plantão. (pedi a apresentação pra ele via twitter)

“Funcionarios que usam redes sociais no trabalho são 9% mais produtivos.”

“Devemos mudar a cultura de que não é segura as pessoas ficarem liberadas online nas redes sociais durante o trabalho.”

#digitalage20 Mauro Segura IBM.

Contatos
Mauro Segura – @maurosegura
http://www.aquintaonda.blogspot.com/
Diretor de Marketing e Comunicação da IBM

Depois tivemos um painel com bastante descontração – pela mediadora Rosana Hermann sobre:

rosana

Capital Social: O consumidor está na web! E no Orkut, no Twitter, no YouTube, no Facebook…

Começaram a discussão com o aspecto da diversidade da internet 2.0 sobre o âmbito social colaborativo trazendo a discussão de como as agências/marcas/produtos estão preocupadas com a repercussão de mídias sociais e resultados tanto negativos e positivos…

Marcos Souza Aranha da iChimps, Marcelo Tripoli da iThink, Max Petrucci, presidente da Garage.com e Marcelo Montefiore – CEO da Global Mind, todos com a perspectiva da agência e clientes estão preocupados com o resultado, e citaram campanhas de sucesso como o case Obama, gafes políticas (mercadante no twitter e ainda uma panorama geral do que aconteceu nas mídias sociais, sinceramente, nada de novo!)

Não conhecia a iChimps – http://www.ichimps.com.br , Tripoli é figura carimbada em eventos de mídia digital, e Marcelo trouxe uma experiência sobre Ámerica Latina, com o case do México sobre um carro que deu um viral negativo porque lançaram sem porta malas e os homens mexicanos se sentiram menos machos…rs bem engraçado isso! E ainda um case sobre Starbucks na Argentina que era fenômeno de mídia social bem antes do seu lançamento oficial!

Os palestrantes ficaram batendo na tecla de que marcas/produtos/empresas são pessoas em mídias sociais e devem assumir as responsabilidades sobre suas ações.Boa!

E pra fechar com chave de ouro tivemos o sócio-criador do Youtube:

chadhurley

YouTube, Mytube, WeTube. A revolução da televisão que é de todo mundo

Chad é um rapaz discreto, falou sobre o Brasil e a noite que passou em SP, disse que assistiu o viral da dança do Quadrado e achou muito bom!

Depois foi sabatinado pelos mediadores sobre o potencial da ferramenta que criou a quatro anos atrás e que logo depois o Google adquiriu!

Disse ainda que sem o google, o crescimento que tiveram não seria possível, comentou da força dos usuários individuais na viralização dos vídeos, campanhas de longa duração e sobre os anunciantes – estão estudando novos meios de anuncios e ferramentas para o Youtube.

Justificou que o YouTube é uma plataforma global e que os Estados Unidos ainda é o mercado mais lucrativo e é onde são testados todos os formatos beta.

Disse que o live streaming é pouco provável para o formato do YouTube e que seria apenas uma ferramenta para cobertura de grandes eventos!

Acha que o futuro será na conversa One to One – no futuro trazendo o conteúdo que você deseja ver!

Trouxe outras curiosidades como, o 10 minutos de restrição (que eu achava que era nove minutos).

E ainda fugiu de todas as perguntas relacionadas ao futuro da empresa e sobre valores.

A cada minuto do tempo real, a audiência do YouTube o upload de 20 horas de vídeo. Com 100 milhões de visitantes e dono de 43% do segmento de vídeos online, O YouTube é o símbolo da quebra do paradigma sobre o vídeo e o controle da televisão. Mas, qual o modelo de negócio? De filmes amadores a virais elaborados, será o site a resposta para o fim do comercial de 30 segundos?

“Devemos o crescimento que temos hoje, graças a ajuda e aquisição do Google” Chad Hurley – Fundador do YouTube.

Fotos by vignettevca

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