Balanço Mostra 2009

Contabilizando…

Foram 71 filmes vistos e segue minha lista dos 10 melhores e 5 piores…

Os Melhores

O Apedrejamento de Soraya M. (EUA) – foi o “Cavalo de Duas Patas” desse ano pra mim… Uma pancada no estômago sobre o machismo na sociedade em que vivemos que ainda é latente e evidente nos países de origem islâmica… O filme é bem feito e tem uma produção americana com cara de iraniano.

Ninguém sabe dos Gatos Persas (Irã) – surpresa da mostra trouxe uma história nova, diversos ritmos de música do Irã que não tinha conhecimento, uma história de esperança e busca de sonhos numa sociedade bem reprimida… Um pouco trágico, mas eficiente…


A Ressurreição de Adam (EUA, Alemanha e Israel) – ensaio sobre a loucura e realidade traz o melhor personagem masculino dessa Mostra (na minha humilde opinião), Adam é cativante, emocionante, sem contar a brilhante interpretação de Jeff Goldblum ajudado por Willem Dafoe, o filme poderia ser apenas outro filme explorando a segunda guerra e o drama de judeus no nazismo, mas não! Traz grandes situações onde podemos enxergar o brilhantismo dentro da loucura…

Ander (Espanha) – história de um casal gay incomum numa fazenda na Espanha, Ander é um personagem que sempre esteve no armário e ficará devido sua idade e sua situação social, na história de um amor improvável numa cidade pequena o filme traz um novo tom para temática gay sem pretensões de ser um “Brokeback”, bem amarrado e é o primeiro filme que vi sem nenhum beijo entre os homens.

Lebanon (França, Alemanha, Israel e Líbano) – sem muitas apresentações o vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza de 2009, todo filmado dentro de um tanque de guerra, mostra a angustia, claustrofobia, desespero, drama intenso e elevado ao cubículo onde ficamos sem ar o filme inteiro é efetivo e cruel, os atores são ótimos, fiquei impressionado com a qualidade e com a direção de Samuel Maoz.

Adam (EUA) – Adam é o nome do ano… rs … Esse filme merece estar na lista dos meus melhores, porque sem pretensão nenhuma me conquistou! Na sua relação com a vida mostrada pelo ótimo Hugh Dancy – o personagem principal que sofre de síndrome de Asperger (uma espécie de autismo muito comum entre homens adultos, sofrem de dificuldade de interação social e interpretação muito literal da linguagem), o filme é muito sincero e real no seu desenrolar e provalvemente será lançado… Eu recomendo…

Cinzas e Sangue (França) -  eu diria Tradicional e Visceral o filme de estréia de Fanny Ardant… Mas muito bonito, bem dirigido, roteiro bom, atores interessantes e novos no meu contexto… Ponto pra Fanny que nos deu o cano, mas deixou uma expectativa para seu próximo filme…

À Procura de Eric (Inglaterra) – filme de abertura, foi interessante, divertido, esperançoso e brutal, não conhecia o a figura “Cantona”… E está entre as melhores comédias-drama vistas nessa mostra.

A Fita Branca (Áustria, Alemanha, França e Itália) – uma fita pode separar o real, imoral, corrompido, da realidade de uma cidade pequena protestante da Alemanha, o filme é em P&B estética que pode cansar para alguns, mas acho que propositalmente, ele tem um efeito intenso no inconsciente ao ser visto, deixa bem claro suas intenções quanto aos acidentes que ocorrem durante sua trama, mas sem precisar revelar muita coisa… Acho um símbolo narrador importante (o professor) traz a esperança para as próximas gerações.

Making Plans for Lena (França) – o cinema francês para quem gosta de discutir o indiscutível, Lena leva o prêmio de personagem mais irritante da Mostra (interpretada pela ótima Chiara Mastroianni) por sua falta de ação na convivência diária com a família complexa, filhos e ex-marido, o filme é uma terapia para quem gosta de franceses…

Menção Honrosa para:

O Filho do Caçador de Águias; Amanhã ao Amanhecer;  Distante Nós Vamos; O Primata; Fish Tank; I Love You Phillip Morris, Zero; Do Outro Lado do Rio; A Peça da Discórdia; Coco Chanel & Igor Stravinsky; Lymelife; Corações em Conflito; Patrik Idade 1.5; Julie & Julia, Tokyo; O Aniversário; Atalhos para Hollywood; A Cozinha de Stella; Formosa Traída; O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus; A Vida Íntima de Pippa Lee; Vencer; Abraços Partidos; Soul Kitchen; Nova York, Eu Te Amo; Ricky; Cúmplices; Eu Matei minha Mãe; A Família Wolberg; Ainda Adoráveis; Jogos do Leste;  A Pequenina; Tempo Suspenso; 500 dias com ela; Alga Doce; Amor Extremo.

Os Piores

Um Homem Feliz (Canadá, França)
Águas Verdes (Argentina)
A 40º Porta (Azerbaijão)
Los Viajes Del Vento (Colômbia)
Ashan, O Anel Encantado e outras histórias (Irã)

Enjoy

O BLOCO DOS DESESPERADOS

O BLOCO DOS DESESPERADOS (DESPERADOS ON THE BLOCK), de Tomasz Emil Rudzik ALEMANHA

DESPERADOS ON THE BLOCK

O Tema é bem recorrente: imigração, isolamento, solidão, necessidade
de integração. Clara uma romena, que estuda teologia cristã e quer receber um sinal de Deus, resolve então infringir os 10 mandamentos. Sin é chinês, trabalha num restaurante e dá aulas de matemática para uma adolescente rebelde e na necessidade de ser aceito confunde as coisas. Motec é da Letônia, surdo mudo, se apaixona pela bibliotecária e a convida para passarem um dia inteiro juntos sem pronunciarem nenhuma palavra.

Todos moram no mesmo prédio ninguém se conhece, mas suas historias se
cruzam, todos com a mesma necessidade de aceitação. O prédio onde vivem é um tanto quanto decadente, retratando uma sociedade em que vivemos: pequenos espaços, individualismo, as pessoas se encontram no elevador e nem sequer se olham, cada um no seu mundinho. Filme ser um pouco menos arrastado, mas válido para algumas reflexões. Mila Maian.

À Procura de Eric

Filme da Abertura – À PROCURA DE ERIC (LOOKING FOR ERIC), de Ken Loach / INGLATERRA


Abordagem de temas atualizados como medo, desamor, solidão, poder, opressão.
Eric é um carteiro cheio de problemas de relacionamento: com a ex-mulher,
a filha e os dois enteados, mas têm muitos amigos, todos fanáticos por
futebol (torcedores do Manchester) e todos se empenhados em ajudá-lo.

O Filme traz cenas ótimas, quando os amigos se revezam para fazê-lo rir (de acordo com o enredo subtendido), mas quando a barra pesa demais, o melhor e fumar um conversando com o ídolo do futebol pregado na parede que faz a vez do terapeuta e lhe da os melhores conselhos… rs, coisas óbvias dignas de livros de auto ajuda, cheio de frases feitas tipo, “quem não joga o dado não tem chance de tirar um seis“, “levante-se e faça a barba“, as “lembranças felizes são as mais difíceis“.

Quando tudo parece entrar nos eixos o filme traz algumas complicações para o personagem principal dentro do enredo com os amigos e acaba sendo um filme cheio de esperanças, divertido e melancólico. Mila Maian

33º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

33º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo


Com energia renovada e uma cobertura pelo All About, em parceria com o Com Limão e O Fino da Mostra, acompanharemos a 33º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que começa hoje, e vai de vinte e três de outubro (23/10) com previsão de termino para meados do dia quinze de novembro (15/11), contando com a repescagem dos melhores filmes.

Mais um ano, a Mostra produzida por Leon Cakoff e da Renata de Almeida traz uma programação diversificada de títulos e nacionalidades, com destaque para a retrospectiva de Theo Angelopoulos, Fanny Ardant, a programação especial do cinema sueco, a oficina com Christian Berger na FAAP e ainda o filme de abertura À Procura de Eric, de Ken Loach.

Esse ano a mostra está mais cool, com o segundo ano consecutivo do patrocínio da Adidas, a  arte do pôster do festival tem a assinatura de Otávio e Gustavo Pandolfo, dupla de grafiteiros conhecida internacionalmente como Os Gêmeos, expoentes da street art e ainda o carro oficial da mostra é o mini Cooper.

Traremos dicas dos filmes mais esperados desse ano no decorrer da semana.

Locais de Exibição:

CCSP Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade
Cine Bombril
Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – Cerqueira César
Cine Marabá
Av. Ipiranga, 757 – Centro
Cine Olido
Av. São João, 473 – Centro
CineSesc
Rua Augusta, 2075 – Jardim Paulista
Cine TAM Morumbi
Morumbi Shopping – Av. Roque Petroni Jr., 1089
Cinema da Vila
Rua Fradique Coutinho, 361 – Pinheiros
Cinemateca – salas BNDS e Petrobrás
Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino
Espaço Unibanco Augusta
Rua Augusta, 1475 – Cerqueira César
Espaço Unibanco Pompéia
Bourbon Shopping – Rua Turiassu, 2100, 3° Piso – Pompéia
FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
HSBC Belas Artes
Rua da Consolação, 2423 – Consolação
MASP – Vão Livre
Av. Paulista, 1578 – Bela Vista
Matilha Cultural
Rua Rego Freitas, 542 – Centro
MIS – Museu da Imagem e do Som
Avenida Europa, 158 – Jardim Europa
Reserva Cultural
Av. Paulista, 900, Térreo Baixo – Bela Vista
Unibanco Arteplex
Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – 3º piso

Mais informações pelo site mostra.org

33º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

penelope“Esperando Penélope Cruz Confirmar”

Tava pesquisando sobre a mostra, Penélope Cruz, Pedro Almodóvar e Abrazos Rotos e achei essa matéria de Leonardo “Cruz” da Folha de São Paulo, e adorei saber os filmes que foram confirmados, segue lista e recomendações em texto Por Leonardo Cruz (Folha de SP).

Ainda falta pouco mais de um mês para a 33ª Mostra de SP, mas grande parte da programação do festival já está definida. Mais de 200 longas estão confirmados para o evento, que acontece de 22 de outubro a 5 de novembro.

Ao final do post, estão as homenagens e retrospectivas, que também ainda estão sujeitas a acréscimos e modificações.

Muitos outros ainda devem entrar, e alterações ainda podem acontecer. A seguir, a lista dos filmes estrangeiros definidos até o momento, em ordem alfabética e seguindo os títulos divulgados pela Mostra. Os títulos em negrito são apostas e/ou recomendações do blog.

“1ª Vez 16 mm”, de Rui Goulart (Portugal)
“35 Shots of Rum”, de Claire Denis (França)
“500 Dias com Ela”, de Marc Webb (EUA)

“A Farewell to Hemingway”, de Svetoslav Ovtcharov (Bulgária)
“A Fita Branca”, de Michael Haneke (Áustria)
“A Frozen Flower”, de Yu Ha (Coreia)
“A Man who Ate his Cherries”, de Payman Haghani (Irã)
“À Procura de Eric”, de Ken Loach (Inglaterra)
“A Religiosa Portuguesa”, de Eugéne Green (Portugal)

“A Zona”, de Sandro Aguilar (Portugal)
“Accidents Happen”, de Andrew Lancaster (Austrália)
“Aconteceu em Woodstock”, de Ang Lee (EUA)
“Adam”, de Max Mayer (EUA)
“Adam Resurrected”, de Paul Schrader (EUA)
“Altiplano”, de Peter Brosens e Jessica Woodworth (Alemanha)
“Amer”, de Hélène Cattet e Bruno Forzani (Bélgica, França)
“American Swing”, de Jon Hart e Mathew Kaufman (EUA)
“Amor en Tránsito”, de Lucas Blanco (Argentina)
“Amreeka”, de Cherien Dabis (EUA)
“Anaphylaxis”, de Ayman Mokhtar (Reino Unido)
“Ander”, de Roberto Castón (Espanha)
“Art Inconsequence”, de Robert Kaltenhaeuser (Alemanha)
“Arte de Roubar”, de Leonel Vieira (Portugal)

“Backyard”, de Carlos Carrera (México)
“Bad Day to Go Fishing”, de Alvaro Brechner (Espanha, Uruguai)
“Bathory”, de Juraj Jakubisko (Eslováquia)
“Be Calm and Count to Seven”, de Ramtin Lavafipour (Irã)
“Being Mr. Kotschie”, de Norbert Baumgarten (Alemanha)
“Beket”, de Davide Manuli (Itália)
“Bilal”, de Sourav Sarangi (Índia)
“Borderline”, de Lyne Charlebois (Canadá)
“Bright Star”, de Jane Campion (Reino Unido)
“Buddenbrooks”, de Heinrich Breloer (Alemanha)

“Carmel”, de Amos Gitaï (Israel, França)
“Chasing Che”, de Alireza Rofougaran (Irã)
“Cinerama”, de Inês de Oliveira (Portugal)
“Coffin Rock”, de Rupert Glasson (Austrália)
“Cold Souls”, de Sophie Barthes (EUA)
“Colin”, de Marc Price (Reino Unido)
“Comrade Couture”, de Marco Wilms (Alemanha)
“Cooking with Stella”, de Dilip Mehta (Canadá)
“Courting Condi”, de Sebastian Doggart (EUA, Reino Unido)
“Coweb”, de Xin Xin Xiong (Hong Kong, China)
“Crap’s Game”, de Ali Özgentürk (Turquia)

“Daniel & Ana”, de Michel Franco (México, Espanha)
“Dark Buenos Aires”, de Ramon Termens (Espanha, Argentina)
“Dear Lemon, Lima”, de Suzi Yoonessi (EUA)
“Delphi – 6”, de Rakeysh Omprakash Mehra (Índia)
“Desperados on the Block”, de Tomasz Emil Rudzik (Alemanha)
“Dogtooth”, de Yorgos Lanthimos (Grécia)
“Dorfpunks”, de Lars Jessen (Alemanha)

“Efeitos Secundários”, de Paulo Rebelo (Portugal)
“El Sistema”, de Paul Smaczny, Maria Stodtmeier (Alemanha)
“Eastern Plays”, de Kamen Kalev (Bulgária)
“Every Little Step”, de James D. Stern e Adam Del Deo (EUA)
“Everyone Else”, de Maren Ade (Alemanha)

“Fence”, de Toshi Fujiwara (Japão)
“Film Is a Girl & a Gun”, de Gustav Deutsch (Áustria)
“Food Inc.”, de Rebert Kenner (EUA)
“Formosa Betrayed”, de Adam Kane (EUA, Tailândia)
“Frontier Blues”, de Babak Jalali (Irã, Reino Unido, Itália)
“Futebol Brasileiro”, de Miki Kuretani (Japão)

“German Souls”, de Martin Farkas, Matthias Zuber (Alemanha)
“Germany 09”, de Fatih Akin, Tom Tykwer e outros (Alemanha)
“Go Get Some Rosemary”, de Joshua e Ben Safdie (EUA)
“Green Water”, de Mariano de Rosa (Argentina)

“Hair India”, de Raffaele Brunetti e Marco Leopardi (Itália)
“Hangtime”, de Wolfgang Groos (Alemanha)
“Havan York”, de Luciano Larobina (México)
“Heiran”, de Shalizeh Arefpour (Irã)
“Henri-Georges Clouzot’s Inferno”, de Serge Bromberg e Ruxandra Medrea (França)
“Huacho”, de Alejandro Fernández Almendras (Chile)
“Humpday”, de Lynn Shelton (EUA)

“Ibrahim Labyad”, de Marwan Hamed (Egito)
“Initiation”, de Peter Kern (Áustria)
“Into The Lion’s Den”, de Nicolas Bénac, Cedric Robion (França)
“Irene”, de Alain Cavalier (França)

“Katalin Varga”, de Peter Strickland (Romênia)
“Kalandia – A Checkpoint Story”, de Neta Efrony (Israel)
“Kicks”, de Lindy Heymann (Reino Unido)
“Kids and Kids”, de Zhang Feng (China)
“King Hugo and His Dumsel”, de Franco De Peña (Polônia, Venezuela)

“La Guerre des Fils de la Lumière Contre les Fils des Ténèbres”, de Amos Gitaï (França)
“La Pivellina”, de Rainer Frimmel e Tizza Covi (Áustria, Itália)

“Les Beaux Gosses”, de Riad Sattouf (França)
“Les Herbes Folles”, de Alain Resnais (França)
“Life in the Building Blocks”, de Alfredo Hueck, Carlos Caridad (Venezuela)
“Little Joe”, de Nicole Haeusser (EUA)
“London River”, de Rachid Bouchareb (Reino Unido, França, Argélia)

“Madholal Keep Walking”, de Jaí Tank (Índia)
“Mamachas of the Ring”, de Betty M Park (Bolívia, EUA)
“Menino Peixe”, de Lucía Puenzo (Argentina)
“Miss Stinnes Motors Round the World”, de Erica von Moeller (Alemanha)
“Morrer como um Homem”, de João Pedro Rodrigues (Portugal, França)
“Mother”, de Bong Joon-ho (Coreia)

“O Cerco – A Democracia nas Malhas do Neoliberalismo”, de Richard Broullitte (Canadá)
“O Fantástico Sr. Raposo”, de Wes Anderson (EUA)
“O Imaginário do Dr. Parnassus”, de Terry Gilliam (Reino Unido)

“Of Heart and Courage, Ballet Bejart Lausanne”, de Arantxa Aguirre (Espanha)
“Of Parents and Children”, de Vladimir Michalek (República Tcheca)
“On Foot”, de Fereydoun Hasanpour (Irã)
“One Week”, de Michael McGowan (Canadá)
“Only When I Dance”, de Beadie Finzi (Reino Unido)
“Os Sorrisos do Destino”, de Fernando Lopes (Portugal)
“Outrage”, de Kirby Dick (EUA)
“Oye Lucky! Lucky Oye!”, de Dibakar Banerjee (Índia)

“Paperplanes”, de Simon Szabó (Hungria)
“Partners”, de Frederic Mermoud (França, Suíça)
“Peter & Vandy”, de Jay Di Pieto (EUA)
“The Private Lives of Pippa Lee”, de Rebecca Miller (EUA)
“Playground”, de Libby Spears (EUA)
“Politist, Adjectiv”, de Corneliu Porumboiu (Romênia)
“Prank”, de Péter Gárdos (Hungria)
“Polytechnique”, de Denis Villeneuve (Canadá)

“Ramirez”, de Albert Arizza (Espanha)
“Red Sunrise”, de Gianfranco Pannone (Itália)
“Salvage”, de Lawrence Gough (Reino Unido)
“Samson & Delilah”, de Warwick Thornton (Austrália)
“Searching for the Elephant”, de S. K. Jhung (Coreia)
“Sede de Sangue”, de Park Chan-wook (Coreia)
“Sex Volunteer”, de Kyeong-duk Cho (Coreia)

“She, a Chinese”, de Xioalu Guo (China)
“Shirin”, de Abbas Kiarostami (Irã)
“Should I Really do It?”, de Ismail Necmi (Turquia)
“Singularidades de uma Rapariga Loura”, de Manoel de Oliveira (Portugal)
“Sleeping Soungs”, de Andreas Struck (Alemanha)
“Spiral”, de Jorge Pérez Solano (México)
“Still Walking”, de Hirokazu Kore-Eda (Japão)
“Super Star”, de Tahmineh Milani (Irã)
“Sweet Rush”, de Andrzej Wajda (Polônia)

“Tales From the Golden Age”, de Cristian Mungiu e outros (Romênia)
“The 40th Door”, de Elchin Musaoglu (Azerbaijão)
“The Anarchist’s Wife”, de Marie Noëlle, Peter Sehr (Alemanha)
“The Arrivals”, de Claudine Bories, Patrice Chagnard (França)
“The Dispensables”, de Andreas Arnstedt (Alemanha)
“The Invention of Flesh”, de Santiago Loza (Argentina)
“The Mermaid and the Diver”, de Mercedes Moncada Rodriguez (Espanha, México)
“The Misfortunates”, de Felix van Groeningen (Bélgica)
“The Nature of Existence”, de Roger Nygard (EUA)
“The People I’ve Slept With”, de Quentin Lee (Canadá, EUA)
“The Pope’s Miracle”, de Pepe Valle (México)
“The Red Spot”, de Marie Miyayama (Alemanha)
“The Room in the Mirror”, de Rubi Gaul (Alemanha)
“The Stoning of Soraya M.”, de Cyrus Nowrasteh (EUA)
“The Wolberg Family”, de Axelle Ropert (França)
“This Very Instant”, de Manuel Huerga (Espanha)
“Tide of Sand”, de Gustavo Montiel Pagés (México-Argentina)
“Todos Mentem”, de Matías Piñeiro (Argentina)
“Tokyo!”, de Michel Gondry, Leos Carax, Bong Joon-ho (França, Japão, Alemanha)
“Tom Zé Astronauta Libertado” (Tom Zé Liberated Astronaut), de Ígor Iglesias González (Espanha)
“Tomorrow at Dawn”, de Denis Dercourt (França)
“Trimpin: O Som da Invenção”, de Peter Esmonde (EUA)
“Tsar”, de Pavel Luguin (Rússia)
“Twenty”, de Abdolreza Kahani (Irã)

“Under Rich Earth”, de Malcoml Rogge (Canadá, Equador)
“Unmade Beds”, de Alexis dos Santos (Inglaterra)
“Unmistaken Child”, de Nati Baratz (Israel)

“Vincere”, de Marco Bellocchio (Itália)

“Ward Number 6”, de Karen Shakhnazarov (Rússia)
“West of Pluto”, de Henry Bernadet, Myriam Verreault (Canadá)
“When the Lemons Turned Yellow…”, de Mohammad Reza Vatandoost (Irã)
“White on Rice”, de Dave Boyle (EUA, Japão)
“Wolson: Aria of the Straits”, de Ota Shinichi (Japão)
“Worldrevolution”, de Klaus Hundsbichler (Áustria)

“Zapping-Alien@Mozart-Balls”, de Vitus Zepichal (Alemanha, Áustria)
“Zero”, de Pawel Borowski (Polônia)

RETROSPECTIVA DE THEO ANGELOPOULOS
“Dust of Time”
“Paisagem na Neblina”
“A Eternidade e um Dia”
“O Passo Suspenso da Cegonha”
“Um Olhar a Cada Dia”
“O Vale dos Lamentos”

RETROSPECTIVA DE GIAN VITTORIO BALDI (filmes dirigidos e produzidos por ele)
“Fuoco!”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Il Cielo Sopra di Me”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Luciano, una Vita Bruciata”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Nevrijeme, Il Temporale”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Ultimo Giorno di Scuola Prima Delle Vacanze di Natale”, de Gian Vittorio Baldi (Itália)
“Appunti Per Un’Orestiade Africana”, de Pier Paolo Pasolini (Itália)
“Cronaca di Anna Magdalena Bach”, de Danièle Huillet, Jean-Marie Straub (Itália)
“Diario di una Schizofrenica”, de Nelo Risi (Itália)
“Porcile”, de Pier Paolo Pasolini (Itália, França)

PANORAAM DO CINEMA SUECO
“Corações em Conflito”, de Lukas Moodysson
“Metropia”, de Tarik Saleh

“Mr. Governor”, de Mans Mansson
“Quase Elvis” (Almost Elvis), de Petra Revenue
“The Ape”, de Jesper Ganslandt
“The Eagle Hunter’s Son”, de Renè Bo Hansen
“The Great Adventure”, de Arne Sucksdorff
“The King of Ping Pong”, de Jens Jonsson
“The Swimsuit Issue”, de Mans Herngren

“Os Emigrantes” (The Emigrants), de Jan Troell
“Everlasting Moments”, de Jan Troell
“The New Land”, de Jan Troell
“Who Saw Him Die?”, de Jan Troell

“Gabrielle”, de Hasse Ekman
“Girl with Hyacinths”, de Hasse Ekman
“Ombyte Av Tág”, de Hasse Ekman
“The Banquet”, de Hasse Ekman
“Wandering with The Moon”, de Hasse Ekman

HOMENAGEM A FANNY ARDANT
“Cinza Sangue”, de Fanny Ardant (França)
“A Mulher do Lado”, de François Truffaut (França)
“Crimes de Autor”, de Claude Lelouch (França)
“De Repente, Num Domingo”, de François Truffaut (França)