Aula Magna: Ziraldo

ZIRALDO FALA SOBRE SUA CARREIRA E DÁ AULA MAGNA NO CINESESC

No próximo dia 25 de agosto, dentro do projeto que homenageia os 80 anos de Ziraldo, o autor participa de bate-papo com o público e realiza uma aula magna

Ziraldo Alves Pinto, que em outubro completa 80 anos de vida, falará sobre sua vida e sua obra, em um bate-papo informal com o público no próximo dia 25 de agosto, no CineSesc. Ziraldo também ministrará uma aula magna. Antes da conversa será exibido um curta sobre Ziraldo, resultado de uma oficina de animação feita no CineSesc, e, logo após, será apresentado o documentário “Ele Era um Menino Feliz”, de Caio Tozzi e Pedro Ferrarini.

O encontro com Ziraldo, a aula magna e as exibições dos filmes fazem parte do projeto “Ziraldo 80”, que conta com exposições, work-shops e mostra de filmes ligados ao universo do cartunista. “Ziraldo 80” fica em cartaz no CineSesc até o final de setembro.

ZIRALDO POR ELE MESMO

CINESESC
Livre para todos os públicos
Grátis. Retirada de ingressos 1hora antes.
25/08. Sábado, às 11h

[ator, escritor e diretor] Xavier Dolan

Xavier Dolan é um jovem e talentoso diretor, ator e escritor canadense de apenas 22 anos, tem dois ótimos filmes até agora no currículo, “Eu Matei Minha Mãe” e “Amores Imaginários” são dois sucessos em festivais e cinemas pelo mundo.

“Eu Matei Minha Mãe” foi escrito, dirigido e atuado por ele com teve lançamento no Brasil no ano passado, obteve sucesso no circuito de artes pelas capitais do país, o filme traz a narrativa complexa de mãe e um filho que se assume gay e não se entendem. O filme ainda ganhou três prêmios em Cannes no ano passado.

Já “Amores Imaginários” que ainda não tem data de estréia nos cinemas brasileiros, traz uma temática de três jovens num triângulo amoroso imaginário, ao estilo Canadense e com um toque de film noir francês.

A carreira meteórica do jovem Dólan promete e já temos outro filme em produção “Laurence Anyways” que promete ser uma sensação dessa vez estrelada por Louis Garrel.

http://saladadecinema.com.br/2011/03/20/xavier-dolan-ator-escritor-e-diretor-de-talento/

Jogos Vorazes

(The Hunger Games)

Uma sociedade pós apocalíptica faz parte do cenário dos best-sellers de Suzanne Collins, cujos títulos originais são: “The Hunger Games”, “Catching Fire” e “Mockingjay”. Querido pelos americanos no momento e com reflexo cultural para o Brasil, conhecido por exportar outras grandes franquias como a série Crepúsculo e Harry Potter, Jogos Vorazes entra em cena.

Os doze distritos restantes no “mundo” são responsáveis por enviar um casal de jovens para o sacrifício uma vez ao ano para dar exemplo à sociedade corrompida pelas revoltas e crises sócio financeiras.

Nesses jogos, vinte e quatro adolescentes são escolhidos de bandeja para a morte, um roteiro vindo do livro, ficção carregada de violência, adaptada ao cinema com formato infanto-juvenil por conta da censura, de inicio nos causa estranheza pelo ar excêntrico exagerado disfarçando a falsidade de uma ideologia falida.

O filme nos mostra a história de Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), bela escolha para protagonista, que ao ver sua irmã mais nova escolhida para morte, se oferece para representar seu distrito na competição em companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), seu vizinho de infância. São levados então, para a preparação dos Jogos, na capital.

Talentosa e destemida por ser de uma origem pobre Katniss e seu arco e flecha são um dos principais entretenimentos do filme, que às vezes perde-se um pouco no enredo repleto de situações mitológicas e com um leve tom de exagero e cafonice.

O sistema totalitário dos qual os personagens vivem apresenta uma sociedade fútil à primeira vista sedenta por violência, uma espécie de reality show da vida real. As cenas de ação dão um toque a mais para o filme apesar dos exagerados cães de caça (spoiler) … O romance mantém o filme pronto para uma continuação e podemos esperar mais de “Em Chamas” e “A Esperança”, dois títulos prometidos para os cinemas.

Jogos Vorazes é o duelo realista apresentado como o sucessor de Harry Potter e A Saga Crepúsculo para a indústria americana, mas pode não acontecer como esperado… vide A Bússola de Ouro e as Crônicas de Nárnia.

Aguardem os próximos tiros de canhão.

[crítica] Tron: O Legado

O filme faz parte de uma continuação, mas independente de ter ou não visto o Tron de 1982 onde tudo se inicia não se preocupe você não dependerá disso.

Fazendo um back to pass, Kevin Flynn (Jeff Bridges) era um engenheiro desenvolvedor de videogames na sua empresa ENCOM quando fez uma grande descoberta, a possibilidade de entrar na grade* interagindo assim com o game arcade.

Lendo esse primeiro parágrafo podemos imaginar que Tron seja um filme para nerds, não fique enganado com essa impressão, porque o filme tem tudo pra conquistar grande público, não só pela linguagem facilitada, diálogos curtos e efeitos especiais de tirar o fôlego.

Em seu inicio traz Sam Flynn (Garrett Hedlund) filho de Kevin – do qual foi dado como desaparecido há anos, tentando justificar o desaparecimento do pai com aventuras radicais e espírito rebelde conseqüentemente acaba recebendo um chamado e é enviado para a grade por acidente.

Dentro do jogo o filme aí tem seu começo com cenas futuristas dentro do universo criado pelo diretor Joseph Kosinski que mistura CGI com cenários reais, deixando a atmosfera de um mundo cópia do nosso só que mais tecnológico e apocalíptico claro.

Dentro do game tudo é parte de uma ditadura onde programas são liderados por CLU (o agente criado por Kevin Flynn para desenvolver a grade) e por TRON (o outro agente protetor de Kevin, no caso de algum imprevisto), mas ao desembarcar no game Sam Flynn se depara com desafios e conhece Quorra (Olivia Wilde) a aprendiz do seu pai isolado.

O filme tem um desenvolvimento linear como qualquer jogo (começo, meio e fim) sem surpresas, mas deixa algumas peças fora do lugar e sem muita explicação. Ponto alto para interpretação de Michael Sheen, Olivia Wilde e Jeff Bridges bem zen como Kevin e demoníaco com CLU. Mas o melhor do filme é a trilha toda feita e sincronizada pelo brilhante duo francês Daft Punk.

*Grade: arquitetura do vídeo game, todo o desenvolvimento e programas são criados sobre ela.

http://saladadecinema.com.br/2010/12/19/tron-o-legado/

Beginners

Do escritor / diretor Mike Mills vem uma comédia / drama sobre quão engraçado e transformadora da vida pode ser profundamente, mesmo com a momentos mais sérios. “Novatos” imaginativamente explora a comédia, confusão, e as surpresas do amor através da consciência evolutiva de Oliver (Golden Globe Award candidato Ewan McGregor). Oliver conhece o irreverente e imprevisível Anna (Mélanie Laurent de “Bastardos Inglórios”) apenas meses depois que seu pai Hal (indicado ao Oscar Christopher Plummer) já passou. Este inundações novo amor Oliver com as memórias de seu pai, que – após 44 anos de casamento – saiu do armário aos 75 anos para viver uma vida plena, energizada, e maravilhosamente tumultuada gay. Os levantes de honestidade nova Hal, por voltas engraçado e comovente, trouxe o pai eo filho mais perto do que alguma vez tinha sido capaz de ser. Agora se esforça para amar Anna Oliver com todas as bravura, humor, e espero que seu pai lhe ensinou.

http://focusfeatures.com/beginners

Justin Bieber ‘NEVER SAY NEVER 3D’

Justin Bieber ‘NEVER SAY NEVER 3D’

Confesso que o garoto nunca foi bem aceito na minha cabeça, achava ele mais um produto de mídia do que talentoso de natureza, e não entendi o porquê um menino de 16 anos teria uma biografia tão cedo na vida. Mas assim como o ditado “Nunca diga Nunca” voltei atrás na minha cabeça após assistir o documentário sobre o show do garoto no Madison Square Garden, que teve lotação com 22 minutos de venda.

A história do garoto que descoberto na internet, através dos vídeos feitos pela mãe, traz vários recortes da infância no Canadá e toda a sua trajetória desde oito anos que ele já batucava e auto de data tocava bateria em shows escolares e em bandas de amigos.

O maior atrativo do filme-documentário é o 3D que em alguns momentos fez diferença, e toda a esfera que o rodeia, o entre as participações especiais de Ludacris, Miley Cyrus, Usher (um dos padrinhos), Jaden Smith (o outro prodígio que estreou na turnê de Bieber), L.A. Reid, Boys II Men.

Acabei saindo da sessão fã do garoto, e cantarolando as músicas escritas pelo próprio, e mais uma vez descobri que nem sempre aquilo que vemos na mídia é o retrato real do garoto.

Aos com paciência ao universo pop teen recomendo ver e descobrir os segredos da Biebermania.

[crítica] Tio Boonmee, Que Pode Recordar suas vidas passadas

Confesso que se o filme não tivesse ganhado a Palma de Ouro em Cannes eu não teria tirado meu tempo para vê-lo. O diretor da Tailândia, Apichatpong Weerasethakul traz um filme estranho que pode ser considerado um drama espiritualista e paranormal.

“Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas” é um filme sobre um homem que está morrendo de uma doença nos rins, vive num sítio no meio de uma floresta e recebe a visita de uma cunhada e um sobrinho. Mas também outras visitas inesperadas durante uma conversa, aparecem uma mulher fantasma e logo depois pelo filho desaparecido transformado em macaco (explicação geral é que ele se acasalou com um macaco e por isso foi castigado).

A experiência sensorial com o filme não foi tão forte como todos dizem, mas fiquei incomodado com a fotografia, a trilha não ajuda e acho a narrativa do diretor é muito lenta, quase sem ação, cheios de códigos e simbologias não decifravéis a olho e compreensão simples, têm estrutura não-linear e às vezes anárquica, voltado muito para um público fã de cinema cult acostumados com festivais. Alguns benefícios que ele traz é que cada pessoa tem sua própria experiência, e que o diretor traz a originalidade muito difícil de se ver hoje em dia no cinema.

Título original: Lung Boonmee Raluek Chat
Direção: Apichatpong Weerasethakul
Elenco :Thanapat Saisaymar, Sakda Kaewbuadee, Jenjira Pongpas.
Duração: 114 minutos

http://saladadecinema.com.br/2011/01/23/tio-boonmee-que-pode-recordar-suas-vidas-passadas-2/

Festival Indie 2010

INDIE EM NÚMEROS: 66 FILMES ; 46 LONGAS; 20 CURTAS; 12 PAÍSES; 51 SESSÕES

O Festival que acontece de 16 a 30 de setembro apresenta o mais inventivo e interessante do cinema contemporâneo chega pela quarto ano a São Paulo apresentando no CineSESC.

Indie quer dizer independente. Surgido em Belo Horizonte, o Indie chega a sua 10ª. edição reafirmando: indie, não é somente uma definição econômica de produção, é o que há de mais interessante, vivo e instigante no cinema contemporâneo internacional.

Kiyoshi Kurosawa e Apichatpong Weerasethakul são os nomes por trás das duas grandes retrospectivas que o Indie 2010 apresenta, do diretor japonês Kiyoshi Kurosawa uma oportunidade única de assistir a uma das maiores retrospectivas de sua obra já realizada com a exibição de 21 filmes e do super premiado diretor tailândes Apichatpong Weerasethakul a exibição de 5 longas e uma seleção com 20 curtas, programada e selecionada pelo próprio diretor especialmente para o Indie e inédita no país.

Na Mostra Mundial será dedicada aos recentes lançamentos do cinema internacional, traz entre os destaques a estreia em São Paulo de “Hahaha” de Hong Sang-Soo, “A Vida Durante a Guerra” de Todd Solondz, “Orly” de Angela Schanelec, além de toda uma nova safra de diretores americanos como Aaron Katz, Lena Dunham e Matt McCormick.

E tem ainda um documentário polêmico da escritora Virginie Despentes sobre o pornô feminista, além de novos diretores romenos e sul coreanos.

Serviço:

O INDIE 2010 – Mostra de Cinema Mundial é uma correalização do SESC SP e Zeta Filmes.

16 de setembro > Abertura apenas para convidados.

17-30 de setembro

Site
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CineSESC

http://www.sescsp.org.br

Rua Augusta, 2075 / Cerqueira César

Tel.: 3087.0500

Entrada Gratuita – Ingressos disponíveis na bilheteria do cinema, uma hora antes de cada sessão.

Classificação etária: 16 anos.

A Grande Aposta – Taylor Lautner – GQ

Aos 18 anos, Taylor Lautner e o orçamento de $ 7,5 milhões por filme pode ser motivo de cobiça por parte da população feminina da América. O lobo mais bem pagos do mundo teen tenta nas melhores tendências do outono, o tipo de no-nonsense de roupas que são construídas para o homem que Hollywood espera que ele vai se tornar.

Camiseta, $25, by A|X Armani Exchange. Calça, $745, by Louis Vuitton. Colar by Rogues Gallery.

Terno, $895, and Camisa, $225, by Calvin Klein Collection. Gravata, $125, by John Varvatos. Sapato, $595, by D&G. Capacete by The Tie Bar.

Moletom, $275, by Simon Spurr. Tênis, $580, by Neil Barrett.

Relógio, $495, by Burberry. Regata, $195, by Dolce & Gabbana

Casaco, $3,718, e calça, $745, by Louis Vuitton. Camiseta, $25, by A|X Armani Exchange. Botas, $795, by Burberry.

Tricô, $995, by Michael Bastian. Camiseta, $40, by Save Khaki. Jeans, $480, by Dior Homme

Jaqueta, $595, Camiseta, $98, e calça, $295, by Polo by Ralph Lauren. Botas, $1,500, by Ralph Lauren. Meias by Wigwam.

Colete, $495, Blusa, $325, Calça, $525, e botas, $825, by Dolce & Gabbana. Cinto by Cole Haan.

Paletó, $1,960, Tricô, $485, and camisa, $445, by Prada.

Trench Coat, $2,370, camisa gola alta, $640, calça, $630, e cinto, $235, by Gucci.

Camisa, $600, by Trussardi 1911. Gravata, $120, e calça, $755, by Michael Bastian. Bota $825, by Dolce & Gabbana. Prendedor de Gravata by The Tie Bar. Relógio by Paneral.

Leia mais em GQ.